segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Superbowl

Para quem não sabe, ontem à noite aconteceu o quadragésimo quarto Superbowl, que, para quem não sabe, é a final do campeonato de futebol americano.

Até ontem à noite, a única coisa que eu sabia sobre futebol americano era que o esporte é vagamente parecido com rugby, mas como a única coisa que eu sei sobre Rugby foi o que eu vi no filme do Mandela, não é muito. Mas enfim, fui assistir.

São quatro tempos de quinze minutos, que, juntos, somam três horas e meia de jogo. O jogo pára a cada cinco segundos (sem exageros) e tem uma linha amarela imaginária, que nem as aulas de química do Dohms, mas até que é legalzinho.

Não que eu me importasse muito com o jogo, mas no segundo intervalo teve um show do the Who. Eles montaram um palco todo modernoso no meio do gramado em dois minutos, com direito a efeitos de fumaça e luzes piscantes e lasers e o que mais, tudo com um único objetivo: disfarçar a performance sofrida da banda. Não só eles conseguiram com que as músicas clássicas soassem sem graça, eles perderam a presença de palco em algum ponto dos anos 70. Foi meio deprimente ver o the Who ali, se humilhando via satélite para o mundo inteiro.

No fim, o time de New Orleans, para a (óbvia e descarada) surpresa dos narradores, que diziam que a vitória simbolizava o renascimento da cidade depois do Katrina.

Infelizmente, o DVD não funcionou e não conseguimos assistir Curtindo a Vida Adoidado, que, por mais incrível que possa parecer, alguns dos presentes ainda não conheciam.

De qualquer maneira, Rugby me parece ser mais legal do que futebol americano. Mas nada bate o mini golf.

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